Assembleia aprova participação na construção de dia em defesa da educação pública

Assembleia na sede do Sindscope; próxima será no dias 25 de outubro, no campus Tijuca II

Servidores do CPII também debateram processo eleitoral do sindicato; próxima assembleia será no dia 25 de outubro

IMPRENSA SINDSCOPE

Assembleia dos servidores do Colégio Pedro II, realizada na tarde da quinta-feira (5), aprovou a participação na construção de manifestação nacional conjunta que está sendo organizada pelas entidades sindicais da educação para o dia 19 de outubro.

A data deverá ter ato no Rio de Janeiro, com caráter nacional, em defesa da educação pública, contra os cortes nos orçamentos do setor e pela rejeição e revogação de todos os projetos que reduzem direitos trabalhistas, previdenciários e sociais. Reunião para organizar a atividade está marcada para acontecer nesta segunda-feira (9), na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), no auditório 11, às 14 horas. O Sindscope participará.

A assembleia, realizada à tarde na sede do sindicato, no complexo do CPII em São Cristóvão, voltou a debater a necessidade de retomar as mobilizações para deter as reformas e os projetos do governo Temer que eliminam direitos.

O processo eleitoral para a direção do Sindscope também esteve em pauta. Deliberou-se pela formação de uma comissão que se reunirá com a diretoria do sindicato para juntos formularem uma proposta de calendário, que deverá ser apresentada à categoria na próxima assembleia, marcada para acontecer no dia 25 de outubro, a partir das 18h30, no campus da Tijuca II, na rua São Francisco Xavier. Integram a comissão a servidora Eliete Barbosa e os servidores Albano Teixeira e Luiz Sérgio Ribeiro.

Rafael Braga

O movimento pela liberdade para Rafael Braga também foi abordado pelos servidores, durante a assembleia. Ficou definido que o sindicato buscará dar uma maior divulgação para a campanha pela aquisição de uma casa para a família do rapaz.

Ele foi preso nas manifestações populares de junho de 2013 e condenado por portar uma garrafa com o desinfetante Pinho Sol – apesar de até a perícia oficial constatar que o material não representava perigo de explosão. Rafael, que acabou sofrendo uma segunda condenação também contestada, cumpre a sua pena em casa, benefício concedido após o jovem contrair tuberculose na penitenciária.

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