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8M: luta das mulheres terá defesa da vida, da vacina e ‘Fora Bolsonaro’ em carreata no domingo (7)

IMPRENSA SINDSCOPE

Em meio ao agravamento acelerado da pandemia da covid-19, as mulheres vão fazer das manifestações referentes ao 8 de março – Dia Internacional das Mulheres – uma jornada de lutas em defesa da vida, da urgente vacinação de todas e todos e contra as políticas que matam e destroem os serviços públicos desenvolvidas pelo governo de Jair Bolsonaro. O Sindscope apoia e participa desta luta.

No Rio, a mobilização começa com uma carreata, acompanhada de ‘bicicletada’, cuja concentração está marcada para sair às 10 horas da av. Presidente Vargas, em frente à sede da Cedae, na Cidade Nova, no Centro do Rio. De Niterói, uma carreata sairá por volta das 9 horas da Praça da Cantareira, para se juntar aos manifestantes no Rio. 

O mote da Jornada Feminista de Lutas do 8M/RJ 2021 é “Mulheres na luta pela vida! Fora Bolsonaro! Em defesa do SUS! Vacina para todes e auxílio emergencial já! Água é um direito: contra a privatização da Cedae”. Portanto, a luta em defesa da estatal e contra o seu desmonte, que leva aos problemas na qualidade das águas no Estado do Rio, foi incorporada à pauta feminista, assim como a luta pela vacinação já. 

As mulheres também lançam o manifesto unificado do 8M-RJ, na tarde de domingo (7), em “live nacional” organizada por diversas entidades, ‘mandatas’ parlamentares e fóruns de luta do país. O lançamento deverá ser compartilhado pelo Sindscope em sua página no Facebook.

Além da carreata, algumas das atividades – como os “Amanheceres pela vida das mulheres” – estão mantidas, e acontecem na segunda-feira (8). Mas a maior parte da programação presencial pensada para o mês de luta das mulheres foi cancelada por causa do agravamento da pandemia de covid-19. 

Um ano após o registro do primeiro caso de covid-19 no país, o Brasil bate diariamente as maiores médias móveis de mortes e contaminação desde o começo a pandemia. Há mais de 40 dias mais de mil pessoas morrem por dia no país, que concentra 13.5% dos casos e 12.5% dos óbitos mundiais pelo novo coronavírus.

Ao cancelar parte das atividades presenciais, o movimento também ressalta a defesa do fechamento imediato de tudo que não seja essencial para conter a propagação do vírus e salvar vidas. Assim como do pagamento de um auxílio emergencial capaz de atender às necessidades básicas da população mais vulnerável e que não seja desnecessariamente atrelado a mudanças constitucionais profundas que atacam os serviços públicos, como a PEC Emergencial (PEC 186), aprovada no Senado Federal e que agora tramita na Câmara dos Deputados.

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