Urgência decorre da necessidade de que sejam incluídos nos grupos de vacinação prioritária para que o CPII tenha como retornar às aulas presenciais quando houver condições seguras para isso
IMPRENSA SINDSCOPE
A escola não terá como funcionar presencialmente, quando isso for possível em termos sanitários, sem a presença das trabalhadoras e trabalhadores terceirizados. Essa avaliação foi consensual na assembleia geral das servidoras e servidores do Colégio Pedro II, realizada por videoconferência na quinta-feira passada, dia 29 de abril de 2021.
A partir desta constatação, aprovou-se uma campanha pela recontratação imediata das trabalhadoras e trabalhadores terceirizados demitidos no ano passado – já que somente assim eles poderão fazer parte das prioridades para vacinação contra a covid-19. A categoria já havia se posicionado, à época, contra as demissões, quando aprovou campanha de solidariedade e pela reversão das medidas adotadas, consideradas ‘desumanas’ por ocorrerem durante a pandemia.
A campanha agora definida tem como mote a frase “Somos todas trabalhadoras e trabalhadores da Educação”. O objetivo é defender a retomada dos contratos – que teriam sido suspensos -, com recontratação de quem foi demitido para que possa ser vacinado, dentro da prioridade definida pelas prefeituras para o setor de educação. Sem isso, o retorno às aulas quando houver condições seguras para isso se tornará impraticável.
