Sindscope convocou assembleia para o dia 10 de fevereiro, quinta-feira, a partir das 17h30, por videoconferência
IMPRENSA SINDSCOPE
A primeira assembleia do ano que reunirá servidoras e servidores do Colégio Pedro II terá como temas centrais de pauta as condições para o retorno presencial pleno e a construção da campanha salarial conjunta do funcionalismo público federal.
A Diretoria do Sindicato dos Servidores do Colégio Pedro II (Sindscope) convocou a assembleia geral para a próxima quinta-feira, dia 10 de fevereiro de 2022, a partir das 17h30, por videoconferência. Para participar, a servidora ou servidor do CPII deve fazer rápida inscrição por formulário eletrônico – clicar aqui para acessá-lo.
A íntegra da pauta é a seguinte: 1. Informes; 2. Retorno Presencial; 3. 170a Plena do Sinasefe : – Indicativo de Greve Nacional do Serviço público; – Eleição de delegado de base.
Retorno presencial pleno
O debate sobre a posição coletiva da categoria em relação ao funcionamento do CPII e o momento para o retorno presencial pleno ocorre pouco depois de a reunião do Consup, o Conselho Superior do Colégio Pedro II, decidir manter o modelo que vigorava em dezembro, por conta do reagravamento do quadro da pandemia. Os conselheiros e conselheiras decidiram ainda reavaliar no dia 25 de fevereiro as condições para o retorno totalmente presencial.
A Direção do Sindscope divulgou nota sobre essa resolução do Consupe – que pode ser acessada aqui.
Luta salarial
A luta conjunta que envolve as diversas áreas dos serviços públicos federais pela recomposição salarial também é ponto de pauta. Busca-se costurar uma aliança que permita questionar com força a política de congelamento salarial do governo Bolsonaro – que já impôs aos servidores e servidoras uma perda acumulada de 19,99% entre janeiro de 2019 e dezembro de 2021.
Organizada em conjunto pelo Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais), do qual o Sinasefe e o Sindscope participam, e o Fonacate (Fórum Nacional das Carreiras de Estado), a campanha prevê uma jornada de mobilizações em fevereiro e tem indicativo de greve para 9 de março, caso o governo siga se recusando a negociar.
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