Assembleia será por videoconferência e debaterá pautas urgentes nacionais das lutas do funcionalismo e internas do CPII
IMPRENSA SINDSCOPE
O Sindscope convocou assembleia que reunirá servidoras e servidores do Colégio Pedro II para o dia 26 de maio de 2021, quarta-feira, a partir das 17h30min. Para participar, é preciso se inscrever através de formulário virtual (acesso clicando aqui).
A pauta da assembleia, que acontecerá por videoconferência, é a seguinte: 1) Informes; 2) Análise de Conjuntura Nacional e interna do Colégio Pedro II (Dia 29/05 – Dia Nacional de Luta, Reforma Administrativa, Vacinação e Retorno presencial, Ponto eletrônico, PRTI e BNCC – Reforma do Ensino Médio).
Vão estar discussão, portanto, temas como a participação nas mobilizações nacionais que estão sendo convocadas para o dia 29 de maio; a luta contra a ‘reforma’ Administrativa, enfrentada pelo funcionalismo como uma grave ameaça à existência dos serviços públicos; a defesa da vida com a campanha pela vacinação urgente para todos já, além dos temas associados ao funcionamento do Colégio Pedro II.
‘Reforma’ na CCJ
A Proposta de Emenda Constitucional 32/2021, referente às mudanças que o governo quer impor aos serviços públicos, está por ser apreciada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados – caso vá adiante, a próxima fase é a instalação da comissão especial para avaliar o mérito da proposição.
Manifestações no dia 29
Os atos de 29 de maio estão sendo convocados por organizações sindicais, do movimento social e frentes políticas tendo como principal mote a campanha “Fora Bolsonaro”.
O fim deste governo é encarado como parte da luta em defesa da vida e de enfrentamento à pandemia da covid-19. No Rio, a concentração está marcada para 10 horas, no Monumento Zumbi dos Palmares, na av. Presidente Vargas, no Centro da cidade. As organizações que a convocam destacam a obrigatoriedade de respeitar as medidas sanitárias preventivas, como uso de máscara, de preferência PFF2, e distanciamento.
Os atos de 29 de maio também vão defender vacina, auxílio emergencial de R$ 600,00 e a reversão dos cortes orçamentários que já colocam em risco o funcionamento das instituições federais de ensino. A defesa dos serviços públicos e a rejeição da ‘reforma’
