Concentração está marcada para às 12h, na Candelária, no Centro da capital fluminense; protesto foi puxado por estudantes do Colégio Pedro II; Diretoria do Sindscope apoia movimento e convida servidoras e servidores a participar e a ajudar a divulgar o movimento nas redes sociais e entre colegas, amigos e familiares.
IMPRENSA SINDSCOPE
Estudantes do Colégio Pedro II e de outras outras instituições de ensino pretendem ocupar o Centro do Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira, dia 7 de outubro de 2026. A Diretoria do Sindicato dos Servidores do CPII (Sindscope) apoia o protesto, estará representada na atividade e convida a comunidade escolar a aderir à manifestação.
O ato integra a série de atividades contra a extrema direita e a ameaça fascista que ocuparam as ruas do Rio e Niterói após a votação de primeiro turno das eleições, ocorrida no domingo (4).
A concentração geral do ato está marcada para as 12 horas, na Candelária. De lá, uma passeata deverá se dirigir até o campus Centro do Colégio Pedro II.
O risco de uma eventual vitória eleitoral do candidato da família Bolsonaro teve impacto em amplos setores, mas em especial na Educação Pública.
Já na segunda-feira (5), estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF) realizaram uma passeata que saiu da região central de Niterói e terminou em Icaraí, Zona Sul da cidade.
A preocupação reflete o que ocorreu no passado recente, quando o governo Bolsonaro promoveu cortes significativos no orçamento das universidades e institutos, indicou medidas que apontavam para privatizações e cobrança de mensalidades e impulsionou uma campanha que tratava estudantes e educadores como ‘baderneiros’.
O segundo turno da eleição presidencial está marcado para ocorrer no dia 25 de outubro próximo, quando as candidaturas de Luís Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro se enfrentam.
Assembleia de servidores e servidoras do CPII e plenária nacional da categoria, realizada pelo Sinasefe, já aprovaram apoio político a Lula e um alerta para a ameaça que representa a candidatura do filho de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado.
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