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Evento debate orçamento e luta pela recomposição salarial no serviço público

Atividade virtual nesta quarta-feira (13), às 19h, é promovida pelo Fórum Nacional dos Servidores Federais (Fonasefe) e integra campanha pelo fim do congelamento salarial

IMPRENSA SINDSCOPE

Atividade nesta quarta-feira, 13 de julho de 2022, a partir das 19 horas, debaterá a disputa em torno da destinação dos recursos do Orçamento da União e a luta dos servidores e servidoras por mais verbas para os serviços públicos prestados à população e pelo fim do congelamento salarial.

O evento promovido pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais será por videoconferência, com transmissão ao vivo pelas redes sociais. 

É possível participar diretamente da sala de videoconferência, basta fazer inscrição preenchendo formulário digital (clicar aqui para fazer a inscrição)

Participam como palestrantes Paulo Lindesay e Vladimir Nepomuceno. Paulo é diretor do Sindicato Nacional dos Servidores do IBGE (ASSIBGE-SN), e coordenador da Auditoria Cidadã – Núcleo RJ. Vladimir, servidor aposentado do INSS, é assessor e consultor de entidades sindicais e diretor da Insight Assessoria Parlamentar.

O debate integra a campanha salarial da categoria – que prossegue agora em torno da disputa orçamentária e da previsão de recursos que permitam a recomposição das perdas salariais acumuladas nos últimos anos.

Lei de Diretrizes Orçamentárias

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi aprovada sem a polêmica proposta de que as emendas de relator, conhecidas como ‘orçamento secreto’, passem a ser impositivas – de execução obrigatória por parte do Executivo, como aprovado na Comissão Mista de Orçamentos (CMO).

Na véspera, por falta de acordo entre as lideranças partidárias, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, havia suspendido a sessão do Congresso convocada para votar o texto da LDO – que aponta as prioridades do governo para o próximo ano e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual. 

O relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias, Marcos do Val (Podemos-ES), recuou após reunião entre os líderes e excluiu a impositividade das emendas do orçamento secreto do texto – o que acabou prevalecendo na votação em Plenário. 

Estas emendas do relator vêm sendo apontadas por setores da Oposição ao governo como um escândalo que visa comprar votos de parlamentares e um fomentador de desvio de recursos públicos para fins particulares e corrupção.

IMPRENSA SINDSCOPE

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