Plenária nacional da categoria e assembleia no CPII se posicionaram contra a ameaça de retrocessos e defendem voto em Lula no primeiro turno.
IMPRENSA SINDSCOPE
Como esquecer da reunião ministerial na qual a cúpula do governo Bolsonaro, sem imaginar que um dia o conteúdo ali falado se tornaria público, não se conteve em falar o que pensa dos serviços públicos e de quem nele trabalha:
“Já coloquei a granada no bolso do inimigo: são dois anos sem reajuste salarial”, disse Paulo Guedes, então ministro da Economia, provocando risos incontidos de seus pares. Foram quatro anos de congelamento salarial.
É com essa e outras memórias do que representaram os quatro anos de governo Bolsonaro, que a assembleia geral dos servidores e servidoras do Colégio Pedro II, assim como a plenária nacional do Sinasefe, decidiram por se posicionar sobre as eleições.
A categoria se posicionou por alertar para a ameaça que representa um eventual retorno do governo bolsonarista para os serviços públicos, para as pautas sociais e para as liberdades democráticas.
Sob essa perspectiva, a assembleia do CPII e a plenária nacional aprovaram uma resolução que indica o voto pela reeleição de Lula já no primeiro turno:
“Reeleger Lula já no primeiro turno para derrotar Bolsonaro, Trump e o fascismo”, diz a resolução aprovada na Plenária do Sinasefe, num alerta contra a ameaça de grave retrocesso social e político.
