Assembleia será no campus Centro, a partir das 16 horas; no dia seguinte acontecerá a segunda rodada de negociação com o governo Lula
IMPRENSA SINDSCOPE
Servidoras e servidores do Colégio Pedro II fazem assembleia presencial, convocada pelo Sindscope, na segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023, a partir das 16 horas, no campus Centro.
O principal objetivo da assembleia é traçar os próximos passos da campanha salarial e avaliar a proposta apresentada pelo governo federal, na reunião de negociação ocorrida no dia 16 de fevereiro. A pauta da assembleia será a seguinte: Informes; Análise de conjuntura; Campanha Salarial.
Haverá Espaço Recreativo para crianças de até 12 anos – mães, pais ou responsáveis devem enviar mensagem para o endereço eletrônico sindscope@yahoo.com.br, até as 16 horas do dia 24, informando nome e idade da criança.
Como foi a negociação e a íntegra da proposta do governo, clicar aqui https://sindscope.org.br/site26/governo-apresenta-a-servidores-proposta-oficial-sobre-reajuste-em-2023/
Diversos segmentos do funcionalismo federal devem realizar assembleias neste dia. Isto porque para o dia seguinte está prevista uma segunda rodada de negociação, no Ministério da Gestão e Inovação em Serviço Público, em Brasília, às 14 horas. Nesta reunião as entidades sindicais nacionais dos servidores devem apresentar uma resposta ao governo sobre a proposta.
A luta salarial – ponto central neste início da Mesa de Negociação com o governo Lula – foi pauta de debates e deliberações na assembleia geral realizada no dia 14 de fevereiro, por videoconferência.
Realizada poucos dias antes de o governo apresentar a proposta de acordo aos servidores, a assembleia constatou a necessidade de intensificar e fortalecer a luta salarial – além dos demais pontos da pauta conjunta dos servidores.
Ressaltou-se a necessidade dde o Sindicato Nacional (Sinasefe) jogar peso na organização da mobilização da categoria, com produção, inclusive, de materiais neste sentido – algo considerado essencial para que haja avanços nesta campanha.
A assembleia apontou ainda alguns posicionamentos sobre esta luta, como a defesa de que o reajuste emergencial, de 27%, não seja parcelado. E que a aplicação da reposição linear anteceda uma posterior discussão sobre salários e carreiras, que leve em consideração as distorções e as perdas diferenciadas do funcionalismo.
Também se aprovou que o Sindicato busque incentivar a participação dos aposentados nestas lutas, além da defesa de que a paridade entre ativos e quem já se aposentou esteja em pauta nas negociações.
Ainda em relação à campanha salarial, as servidoras e servidores aprovaram defender que os seguintes pontos sejam inseridos na pauta desta luta: elevação do piso da carreira EBTT (hoje abaixo do piso do magistério); revogação da reforma do ensino médio; Defesa do PNLD democrático, contra as imposições autoritárias que ferem a autonomia pedagógica; pela realização de concursos públicos já; revisão das mudanças na CPRSC (Comissão Permanente de Reconhecimento de Saberes e Competências).
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