Manifestação será em frente ao Ministério da Gestão; governo apresentou proposta salarial e aguarda resposta dos servidores; Sindscope convocou assembleia para o dia 27 de fevereiro, segunda-feira, às 16h, no campus Centro do Colégio Pedro II.
IMPRENSA SINDSCOPE
A próxima rodada de negociação nacional de servidores e servidoras federais com o governo Lula ocorrerá sob uma manifestação na entrada do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, pasta que centraliza as conversas com as entidades sindicais.
A segunda reunião da Mesa Nacional Permanente de Negociação, que tratará da proposta apresentada pelo governo federal aos servidores e servidoras públicas federais, acontecerá no dia 28 de fevereiro de 2023, terça-feira, a partir das 14 horas.
A Direção do Sindscope convocou assembleia geral da categoria para a véspera da reunião – segunda-feira, a partir das 16 horas, no campus Centro do Colégio Pedro II.
A pauta da assembleia é a seguinte: Informes; Análise de conjuntura; Campanha Salarial.
Como foi a negociação e a íntegra da proposta do governo, clicar aqui
Ato
Para ‘acompanhar’ a negociação, as entidades nacionais do funcionalismo, entre elas o Sinasefe, vão realizar um ato na mesma hora e local da reunião, em Brasília, no Bloco K da Esplanada dos Ministérios.
Será nesta reunião que as entidades sindicais nacionais da categoria terão que responder ao governo se aceitam ou não a proposta apresentada formalmente, por escrito, pelo Ministério da Gestão, pouco depois da primeira rodada de negociação, ocorrida no dia 16 de fevereiro.
O funcionalismo público federal, no âmbito do Executivo, luta para derrubar quase sete anos de salários congelados – resultado das políticas para o setor implementadas pelos governos Temer e Bolsonaro.
As perdas salariais acumuladas ao longo dos quatro anos do governo Bolsonaro atingem quase 27%, percentual que a categoria reivindica como reajuste emergencial.
A proposta apresentada pelo governo Lula prevê, no aspecto salarial e de benefícios, reajuste de 7,8% a partir de março e aumento de quase 44% no valor do auxílio-alimentação.
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