Servidores do Colégio Pedro II aprovam aderir à greve geral de 24 horas convocada pelas centrais sindicais para a sexta-feira (28); após 28 anos, os trabalhadores querem parar o país para deter as reformas da Previdência e Trabalhista e a ameaça de terceirização generalizada, apontadas como maior retrocesso em termos de direitos sociais pelo menos desde o golpe militar de 1964. Movimento, porém, sabe que o governo, atolado em denúncias de corrupção e rejeitado por nove em cada dez brasileiros, articula a aprovação acelerada dos projetos para buscar apoio do empresariado e que a greve do dia 28 é parte de um processo que ainda tende a ir longe.
