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GT Mulheres do Sindscope convida comunidade do CPII: vamos juntas ao 8M na segunda (10) 

Manifestação do 8M-RJ de 2025 terá concentração às 16 horas do dia 10 de março, na Candelária; passeata deve sair pelas ruas do Centro do Rio por volta das 18 horas.

O Dia Internacional de Luta das Mulheres (8 de março) será celebrado, no Rio de Janeiro, com uma manifestação conjunta na segunda-feira (10), da qual o Sindscope participa da articulação. 

O Grupo de Trabalho Mulheres e a diretoria do Sindscope convidam a comunidade escolar do Colégio Pedro II à participação conjunta no ato. A atividade é organizada pelo movimento 8M-RJ, que reúne organizações da sociedade civil. O GT Mulheres do Sindscope participa dessa construção.

O ponto de encontro para o início da manifestação, que terá passeata, será na Igreja da Candelária, no Centro da cidade, a partir das 16 horas. Outro ponto de encontro está marcado para Niterói, em frente à Estação das Barcas, também às 16 horas, de onde as pessoas devem embarcar juntas para atravessar a Baía de Guanabara. Chegando à Praça XV, a ideia é caminhar até a Candelária.

Trecho do manifesto do 8M-RJ resume os motes do movimento em 2025: “Mulheres em luta contra o alto custo de vida, o fascismo e todas as violências. Pela legalização do aborto! Pelo fim da escala 6×1 e por trabalho e salários dignos! Por justiça ambiental, soberania alimentar, direito à água e contra militarização de nossas vidas e territórios. Basta de genocídio negro, indígena e palestino. Por democracia, sem anistia para os golpistas de ontem e os de hoje”.

GT Mulheres 

O convite do Sindicato à participação conjunta em especial das mulheres – embora todos sejam bem-vindos no ato – se estende ao Grupo de Trabalho, aberto a quem queira contribuir com a elaboração e construção deste movimento e luta. 

Neste sentido, o GT Mulheres do Sindscope lançou recentemente uma nota dirigida a toda a comunidade escolar do Colégio Pedro II, na qual manifesta “solidariedade a todas as mulheres que ainda são submetidas a relações de trabalho e afetivas que as oprimem, negam suas existências autônomas, que são submetidas a constantes descredibilização, manipulação e desconfiança de suas condutas”.

“O patriarcado tem raízes profundas nas estruturas de dominação da sociedade e segue favorecendo os homens. Mas é preciso romper esse ciclo denunciando todo e qualquer tipo de violência de gênero. Assim, seguiremos firmes organizando nossa luta contra os poderes instituídos que insistem em nos colocar em um lugar de subalternidade e não soltaremos a mão de nenhuma mulher que se comprometa com as nossas pautas”, conclui o texto do coletivo.

Ler a nota do GT Mulheres sobre o enfrentamento da violência de gênero nos espaços de trabalho, afetivos e familiares.

IMPRENSA SINDSCOPE

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