Sindscope apoia e participa da manifestação que ocorrerá no início da noite desta sexta (8), em frente ao Itamaraty, na Marechal Floriano 196, no Centro do Rio.
Pelo direito de defender quem está sendo vítima de um genocídio imposto com ataques bárbaros diuturnamente. Assim pode-se definir a manifestação que acontecerá nesta sexta-feira, dia 8 de maio de 2026, a partir das 18 horas, em frente ao Itamaraty no Rio de Janeiro, próximo à Estação Presidente Vargas do Metrô.
O protesto que acontecerá na Av. Marechal Floriano 196, no Centro da cidade, exigirá liberdade para Thiago Ávila, o brasileiro sequestrado pelo governo de Israel, e Saif Abukeshek, também feito prisioneiro ilegalmente pelas forças militares israelense. Ambos participavam da Flotilha de ajuda humanitária ao povo palestino cujas embarcações navegavam em águas internacionais, há mais de mil milhas de território israelense, quando foram interceptadas por Israel.
O ato também defenderá a reversão da decisão judicial de primeira instância que condenou o metalúrgico José Maria de Almeida, presidente nacional do PSTU, a dois anos de prisão. Motivo: o seu discurso condenando os ataques bélicos do governo sionista de Israel contra a Faixa de Gaza, pelo fim do genocídio e em solidariedade à população palestina.
A mobilização traz ainda mais uma solidariedade: ao Bar Partisan, que funciona na Lapa e foi alvo de retaliações por parte da Prefeitura, após afixar um cartaz no qual expressava repúdio às agressões bélicas de Israel e dos Estados Unidos.
A diretoria do Sindscope e o Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino do sindicato apóiam essa luta, referendada em assembleias gerais das servidoras e servidores do Colégio Pedro II. As recentes agressões de Israel a Gaza já mataram mais de 70 mil pessoas, pelo menos 70% mulheres e crianças. Também destruíram hospitais, escolas e bairros inteiros.
Os EUA são o principal aliado do governo sionista nestas ações contra Gaza e outros países e povos do Oriente Médio, além dos ataques à Venezuela e ao Irã. Além disso, o governo de extrema direita de Donald Trump tem adotado medidas fiscais que contrariam os tratados comerciais mundiais, encarecem os preços e prejudicam países como o Brasil.
O ato integra uma série de manifestações que vêm ocorrendo no Brasil e no mundo em repúdio à criminalização da solidariedade a povos agredidos e de ações de ajuda humanitária.
A manifestação desta sexta-feira (8) no Rio foi articulada numa plenária realizada na terça-feira passada, dia 5 de maio, no Bar Partisan. Participaram várias organizações sociais e políticas da sociedade civil, que definiram uma série de iniciativas para levar às ruas do Rio esse movimento mundial contra o arbítrio, a injustiça e as violações dos direitos humanos e da liberdade de expressão.
IMPRENSA SINDSCOPE
