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Plano de Prevenção e Enfrentamento a Assédios e Discriminações é pautado para Consup de 4 de março

Tema envolve o descumprimento pela Reitoria de uma decisão da instância máxima da instituição. Chegou a ser incluído na pauta da reunião do Conselho Superior do Colégio Pedro II desta quarta (25), mas, por falta de tempo, foi remetido para semana seguinte.

IMPRENSA SINDSCOPE

Incluída na pauta por solicitação da conselheira Anna Luiza Moura, a discussão em torno do  “Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento aos Assédios, às Discriminações, Racismo e Injúria Racial no âmbito do Colégio Pedro II (PSPE-CPII)” acabou não ocorrendo na sessão do Conselho Superior realizada na manhã e início da tarde desta quarta-feira, dia 25 de fevereiro de 2026. Mas foi pautado como tema único de uma sessão extraordinária na semana seguinte.

Integrante do Grupo de Trabalho Mulheres do Sindscope, a conselheira disse que a portaria publicada pela Reitoria não corresponde ao que foi aprovado, em setembro de 2025, pelo próprio Consup. “Tendo em vista a gravidade da publicação de um outro documento que não o aprovado aqui por esse Conselho, trago a proposta de uma resolução”, disse Anna Luiza.

O tema será tratado na próxima reunião, marcada para o dia 4 de março, quarta-feira, a partir das 13 horas. No mesmo dia, às 15 horas, haverá uma segunda reunião extraordinária do Consup tendo como pauta a ação judicial referente ao Calendário Escolar de 2025. Pretende-se dar continuidade ao debate e definir a posição do Consup, a partir da análise de nota que será elaborada por uma comissão escolhida especificamente para isso.

O plano contra os assédios e a controversa portaria da Reitoria não foram tratados porque o debate sobre o Calendário Escolar se estendeu por um longo período. Então, o assunto foi apenas mencionado ao final e acordada a data da sessão que terá o tema como pauta única.

Informes sobre o indicativo de greve

Ao final da reunião, no momento reservado a Informes, o servidor docente e conselheiro Leandro Martins, falando na condição de dirigente do Sindscope, comunicou as resoluções aprovadas na assembleia geral da categoria, ocorrida no dia 11 de fevereiro. Discorreu sobre as razões da ratificação do indicativo de greve, que será levado à Plenária Nacional do Sinasefe, de 27 de fevereiro a 1o de março, em Brasília. 

Disse que é o governo federal o responsável, ao descumprir os acordos, pela possível retomada da greve por tempo indeterminado de 2024. Ressaltou que ainda não há uma deliberação fechada de iniciar a greve: será a assembleia geral convocada para o dia da paralisação por 24 horas, 3 de março, às 13 horas no Teatro Mário Lago, em São Cristóvão, que deliberará sobre isso a partir dos encaminhamentos que saírem da Plenária Nacional.

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